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Jornal O Clarim • Outubro 2017
Ação energética do pensamento: saúde física e psíquica Somos muito suscetíveis, é verdade, mas não inteiramente subordinados aos campos energéticos com os quais interagimos.
Ricardo Di Bernardi
rhdb11@gmail.com
01/10/2017

Toda energia cósmica absorvida, seja ela por qual fonte tenha sido veiculada até chegar a nós, se transforma, mas se adapta à nossa estrutura, ou seja, passará, após essa transformação e adaptação, a fazer parte de nossa energia pessoal, e contribuir para a nossa aura.

Em função disto, a energia que alguém recebe ou capta de um ambiente ou de outra pessoa passará a assumir as características vibratórias pessoais da criatura que a absorveu. Essa energia vinda de fora será com maior ou menor facilidade modificada conforme o campo mental de cada pessoa que está a receber as energias externas. Somos muito suscetíveis, é verdade, mas não inteiramente subordinados aos campos energéticos com os quais interagimos.

Não estamos totalmente a mercê das energias externas porque nossos pensamentos e sentimentos são atividades individuais, dinâmicas e constantes; portanto, em cada pessoa, as modificações que as energias recebidas sofrem são muito peculiares, dependendo do nível evolutivo de cada um e esse processo é contínuo.

Todo ser humano emite pensamentos e vivencia sentimentos nas vinte e quatro horas do dia. Tal fato sucede, inclusive, não só durante a vigília, mas também durante o sono. Mesmo que o cérebro físico aparente estar em repouso, a atividade elétrica se mantém, além do que, a fonte do pensamento não é cerebral, provém do corpo mental (campo mental), uma estrutura extrafísica descrita por André Luiz na obra Evolução em dois mundos.

Como vivemos num oceano de energias, o dinamismo de nossos sentimentos e pensamentos age sobre objetos, ambientes e indivíduos. As pessoas menos avisadas, em geral, costumam ser facilmente influenciadas pelas energias mentais dos outros, ocasionando que características pessoais sejam intensificadas, ampliadas pela sintonia com os campos mentais enviados por outras mentes. Energias externas não determinam nem causam modificações; exacerbam fragilidades preexistentes. Da mesma forma, tendências diversas podem ser reduzidas e até bloqueadas, na sua expressão mais forte, também por campos de energias mentais enviados por outras mentes.

O intercâmbio e as influências energéticas, então, se operam de consciência para consciência, entre consciência e meio ambiente, e, sobretudo, da consciência para si mesma. Isto significa que produzimos nossas energias, que agem em toda nossa estrutura física e extrafísica. Muito mais importante do que nos preocuparmos com energias externas, seria analisar o que estamos produzindo para nós mesmos.

Na medicina homeopática, aliando-se ao conhecimento espírita, teremos uma percepção muito clara de que a origem das doenças costuma estar numa causa ou fator de origem espiritual. Não nos referimos a influências de espíritos externos a nós, mas a essência espiritual do ser. Quem adoece inicialmente é a alma do indivíduo. Seus sentimentos e pensamentos fragilizam-no, permitindo que se instale a doença. Adoecemos, quase sempre, pelo desequilíbrio psíquico, o qual provoca uma alteração energética (fluídica) que irá repercutir depois no corpo físico.

Quando Jesus diz “vigiai e orai”, não se trata de um conselho religioso, misterioso ou místico, mas de uma regra básica de bem físico, energético e espiritual, pois quando vigiamos nossos pensamentos, alinhando-os com a ética cósmica, mantemos nossos sentimentos em “oração”, ou seja, voltados para o amor incondicional e irrestrito que, em essência, é o próprio Deus (ou como queiramos designar e entender o Ser Supremo do Universo), estaremos em sintonia com o bem maior, o bem universal, o bem de tudo e de todos, inclusive o nosso próprio bem.